Gibraltar.- Griñán defiende la 'foto' de Moratinos en el Peñón y critica la "demagogia" de los "pecho lata" del PP

12:28 jue 23 julio 2009

MADRID, 23 (EUROPA PRESS)

El presidente de la Junta de Andalucía, José Antonio Griñán, defendió hoy 'foto' del ministro de Asuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, en Gibraltar y su visita al Peñón, y arremetió contra la "demagogia fácil" en la que, a su juicio, ha incurrido el PP, a cuyos dirigentes, sin citarles expresamente, definió como "pechos lata".

Durante su participación en los Desayunos Informativos de Europa Press, Griñán rechazó las críticas que el PP ha dedicado al Gobierno por este asunto desde la "demagogia fácil y torpe" y advirtió de que este tipo de comportamientos "no tienen ningún sentido" porque podrían llevar a una ruptura de relaciones diplomáticas con Reino Unido que sería "escandalosa".

"Con Reino Unido tenemos fotos muy famosas de hace no muchos años", comentó con ironía en referencia a la conocida como 'foto de las Azores', protagonizada entre otros por el ex presidente del Gobierno José María Aznar y el ex primer ministro británico Tony Blair.

NADA QUE OCULTAR

Al ser preguntado sobre si, pese a la visita, se debería haber evitado la foto de Moratinos en el Peñón, el mandatario andaluz respondió que este tipo de imágenes sólo se evitan "cuando se quiere ocultar algo". "Aquí no había nada que ocultar", sentenció.

En este contexto, volvió a defender la visita del ministro de Exteriores porque su objetivo era buscar puntos de colaboración que permitan resolver los "conflictos" que se produce en el Campo de Gibraltar.

"Se trata de solucionarlos para que la convivencia sea mejor y todo intento de solucionar un conflicto para intentar que la convivencia sea mejor es mucho mejor que los pecho lata", agregó el presidente andaluz.

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Comentarios (2)

  • caedlu - 24-07-2009

    PARALELISMOS IBÉRICOS (GIBRALTAR E OLIVENÇA) Mais uma vez se agitam os meios políticos espanhóis. O ministro Moratinos vai a Gibraltar. Em uníssono, ou quase, comentadoes e políticos reafirmam a sua intenção de não abdicarem da reivindicação espanhola sobre Gibraltar. Os comentários são de cariz a não deixar dúvidas: a Espanha e a maioria dos espanhóis sentem-se profundamente ofendidos com a presença britânica em Gibraltar, desde 1704. Consideram ser uma situação colonial anacrónica. Dizem que a vontade das populações não pode ser tida em linha de conta, já que a população já não é na sua maioria descendente dos habitantes originais, e que tem sido enganada com mentiras. Um deputado, Landaluce, afirmou que «ha llegado el momento" de poner sobre la mesa "con los ingleses, nunca con los gibraltareños", la cuestión de la soberanía, cedida a la Corona británica por el Tratado de Utrecht (1713).» O que espanta qualquer português minimamente informado é o milagre de em Espanha poucos se darem conta de que todos e cada um dos argumentos sobre Gibraltar se poder aplicar, com maior premência, a Olivença (ocupada em 1801), razão, aliás, para que o Estado Português, embora não o divulgue muito, não reconheça a soberania espanhola sobre a Região, situação que está até ligada ao aproveitamento das águas do Alqueva. Como se podertá fazer entender a Madrid que, ao agir assim, perde toda a autoridade moral para protestar? Que não pode aplicar umas regras do Direito Internacional num lugar, e contrariá-las noutro? Que os gibraltinos sabem dessa contradição, e que não se cansam de a divulgar em toda a Imprensa europeia? Como se poderá fazer entender ao Estado Português que o seu quase total silêncio nesta matéria é muito pouco lógico, e nada dignificante? Por que razão não há um respeiro mínimo por princípios, e se não entende que tal não é contraditório com relações de amizade e boa vizinhança? Estremoz, 19 de Julho de 2009 Carlos Eduardo da Cruz Luna

  • caedlu - 24-07-2009

    PARALELISMOS IBÉRICOS (Olivença y Gibraltar) Mais uma vez se agitam os meios políticos espanhóis. O ministro Moratinos vai a Gibraltar. Em uníssono, ou quase, comentadoes e políticos reafirmam a sua intenção de não abdicarem da reivindicação espanhola sobre Gibraltar. Os comentários são de cariz a não deixar dúvidas: a Espanha e a maioria dos espanhóis sentem-se profundamente ofendidos com a presença britânica em Gibraltar, desde 1704. Consideram ser uma situação colonial anacrónica. Dizem que a vontade das populações não pode ser tida em linha de conta, já que a população já não é na sua maioria descendente dos habitantes originais, e que tem sido enganada com mentiras. Um deputado, Landaluce, afirmou que «ha llegado el momento" de poner sobre la mesa "con los ingleses, nunca con los gibraltareños", la cuestión de la soberanía, cedida a la Corona británica por el Tratado de Utrecht (1713).» O que espanta qualquer português minimamente informado é o milagre de em Espanha poucos se darem conta de que todos e cada um dos argumentos sobre Gibraltar se poder aplicar, com maior premência, a Olivença (ocupada em 1801), razão, aliás, para que o Estado Português, embora não o divulgue muito, não reconheça a soberania espanhola sobre a Região, situação que está até ligada ao aproveitamento das águas do Alqueva. Como se podertá fazer entender a Madrid que, ao agir assim, perde toda a autoridade moral para protestar? Que não pode aplicar umas regras do Direito Internacional num lugar, e contrariá-las noutro? Que os gibraltinos sabem dessa contradição, e que não se cansam de a divulgar em toda a Imprensa europeia? Como se poderá fazer entender ao Estado Português que o seu quase total silêncio nesta matéria é muito pouco lógico, e nada dignificante? Por que razão não há um respeiro mínimo por princípios, e se não entende que tal não é contraditório com relações de amizade e boa vizinhança? Estremoz, 19 de Julho de 2009 Carlos Eduardo da Cruz Luna

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